Na Síndrome de Fadiga Crónica tal como na Fibromialgia não existe até à data nenhum exame auxiliar de diagnóstico que confirme a sua existência. O mesmo é feito através de exame clínico onde podem ser detectadas algumas anomalias, como inflamação na garganta ou sensibilidade dolorosa nos músculos e gânglios linfáticos.
Os exames podem no entanto, servir para diagnosticar ou excluir outras doenças que têm como sintoma principal o cansaço: problemas da tiróide, lúpus, esclerose múltipla, hepatite, distúrbios de sono ou depressão.
Se não existir nenhuma doença que justifique os sintomas referidos pelo doente, então pode o diagnóstico de SFC ser feito, quando por mais de seis meses, a fadiga seja considerada debilitante e obrigue a uma redução substancial da actividade e a ela se associem pelo menos mais quatro sintomas dos Critérios Minor.

Os critérios de diagnóstico da SFC dividem-se em Critérios Major e Critérios Minor.

Critérios Major
Fadiga Crónica
Fadiga não provocada por actividade
A fadiga não melhora com o repouso
A fadiga provoca redução nas actividades profissionais, educacionais, sociais e pessoais

Critérios Minor
Mialgias
Odinofagia
Sono não reparador
Poliartralgias sem edema ou vermelhidão
Cefaleias de tipo, padrão ou gravidade diferentes
Gânglios linfáticos, cervicais ou axilares dolorosos
Mal-estar que persiste por mais de 24 horas após exercício
Diminuição da memória recente ou na concentração
 

Disclaimer: As informações disponibilizadas neste site servem somente para fins educativos e não podem, de forma alguma, substituir o papel do médico. Caso suspeite padecer de alguma destas doenças, sugerimos que consulte um médico. Todas as decisões relativas ao tratamento a seguir devem ser tomadas em conjunto pelo doente e o seu médico assistente tendo em consideração as características exclusivas de cada paciente. Não tome nenhum medicamento sem o conhecimento do seu médico pois pode ser perigoso para a sua saúde.